quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Terrorista?


Meu Deus! O que faz esta menina terrorista?
Até quando estas crianças palestinas serão uma ameaça ao poderio de Israel?
Eles dizem que as pedras machucam.
E este tanque que aí está faz o que?

JERUSALÉM



JERUSALÉM SAGRADA

CAPITAL DA PALESTINA

Tristes Trópicos

Folha de S. Paulo
Antropólogo Lévi-Strauss morre aos 100
Data: 04/11/2009
Crédito: Cíntia Cardoso, colaboração para a Folha, em Paris

"Tristes Trópicos"Filho de franceses, o antropólogo nasceu em Bruxelas, na Bélgica, em 1908. Tímido, era apaixonado por música clássica, especialmente óperas.Lévi-Strauss lançou as bases da antropologia moderna. É considerado o pai do estruturalismo, cujas primeiras grandes linhas já podem ser entrevistas no seu trabalho mais célebre, "Tristes Trópicos", de 1955.O antropólogo completaria 101 anos no próximo dia 28. A Academia Francesa fará homenagem amanhã.

Pirou o cabeçote!

Correio Braziliense
Arsenal reforçado
Data: 04/11/2009

A Coreia do Norte anunciou ontem que reprocessou 8 mil barras de combustível nuclear e extraiu plutônio suficiente para reforçar seu estoque atômico. A estimativa é que Pyongyang já tenha plutônio suficiente para seis armas nucleares. A declaração busca, teoricamente, pressionar os Estados Unidos a negociarem diretamente com o país. Na segunda-feira, Pyongyang advertiu os EUA de que iria aumentar seu estoque nuclear caso os norte-americanos se recusassem a participar de negociações bilaterais para resolver o impasse em torno do programa do regime comunista. Washington defende a retomada das negociações com a participação da China, Japão, Coreia do Sul e Rússia.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Criança Palestina


SEM COMENTÁRIOS!

Legal!

O Estado de S. Paulo
'Brasileira' ajuda prefeito de NY
Data: 03/11/2009
Crédito: Gustavo Chacra, Nova York
Fátima é secretária de Imigração
A imprensa árabe celebrou quando Fátima Shama se tornou o braço direito do prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, na área da educação e, posteriormente, na de imigração. Muçulmana, filha de um palestino, havia sido escolhida para cuidar das escolas e, atualmente, dos imigrantes da cidade.O que ninguém comentou foi a origem do lado materno de Fátima e onde seus pais se conheceram. Jocélia, a mãe brasileira, casou-se com Mousa (Moisés, em árabe), em Teresópolis (RJ). Depois de morarem anos no Brasil, mudaram-se para Nova York. A filha nasceu no Bronx, em 1973, mas passa as suas férias com a família no Rio. "Sempre falamos português em casa. Até meu marido, que é sírio, fala conosco em nossa língua. Também quero que meus filhos aprendam. Já comecei a falar com eles", disse Fátima, em entrevista ao Estado, falando português.Fátima também é fluente em inglês, francês, espanhol, português, italiano e árabe, que aprendeu na universidade palestina Bir Zeit, perto de Ramallah, perto da cidade onde seu pai nasceu na Cisjordânia. Ele imigrou para o Brasil no fim dos anos 1940, durante a guerra de Israel contra os palestinos."Ele entrou num navio em Beirute e nem sabia que havia chegado no Brasil. Ao desembarcar, colocaram-no na fila dos turcos", afirma Fátima, referindo-se à forma como os imigrantes árabes eram chamados ao chegar ao território brasileiro. Nos anos 60, ele imigrou de novo. Desta vez, casado com Jocélia, escolheu Nova York.Com diplomas das universidades Columbia, Binghamton e Baruch, a carreira de Fátima decolou de maneira inesperada quando ela trabalhava com comunidades da cidade na área de saúde pública. Na prefeitura, ela foi sendo promovida e conquistou a admiração de Bloomberg, favorito para se reeleger novamente hoje.A admiração de Bloomberg por Fátima é conhecida em Nova York e se deve, acima de tudo, a sua origem. Segundo ela, Bloomberg, que é judeu, tem enorme curiosidade pela cultura muçulmana. Fátima se lembra que o prefeito ficou surpreso ao saber que nem todos os árabes e palestinos são muçulmanos. "Expliquei para ele que os árabes podem ser cristãos e mesmo judeus.

É Hillary?

O que é "não aceita a legitimidade da continuidade dos assentamentos israelenses"?
Desculpem a minha ignorância, mas é que eu estava lendo a notícia sobre a reunião da Hillary Clinton com os chanceleres dos países árabes, sobre a questão do avanço dos assentamentos judaicos na Palestina e a chanceler americana deu esta declaração como resposta.
Quer dizer que os Estados Unidos da América consideram todos os outros assentamentos como "legítimos", mas a continuidade não? Pelo menos é isso que dá para entender. Ou será que estou ficando débil mental?
Ela também negou que seu país tenha mudado de posição, mas a posição americana era de apoio ao condicionamento das negociações de paz ao congelamento dos assentamentos. Agora eles disseram que não. Isso não é uma mudança de posição? Então é o que?
É um descaramento que não tenho como qualificar. Não achei nenhuma palavra pronunciável para esta obcenidade.